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Acacia farnesiana

Nome comum

Sinônimos

     
    • esponja
    • popinac
    • sponge tree
    • sweet acacia
     

    Taxonomia

    Autor

    (L.) Willd. 

    Subespécie

     

    Autor da subespécie

     

    Gênero


    Família


    Ordem


    Classe


    Phylum


    Reino


    Subfamília


    Série


    Gerais

    Área de distribuição natural

    América Central ou Sul da América do Norte.

    Ambientes naturais

    Ambientes secos, do nível do mar até 1000 metros de altitude.

    Descrição da espécie

    Arbusto de tamanho médio ou arvoreta com muitos ramos. As folhas são alternas, bipinadas, compostas de 2 a 6 pares de pinas, cada uma com 10 a 25 pares de folíolos estreitos, que medem de 3 a 5 mm de comprimento. Os ramos crescem em zigue-zague e são de coloração marrom escura com lenticelas de cores claras. Um par de espinhos de 3 a 20 mm de comprimento nas gemas foliares. A casca mais velha é marrom escura e lisa, sem ranhuras. As flores são abundantes e de coloração amarelo-brilhante, ocorrendo por um período de 2 a 4 meses por ano. Flores pequenas, até 5 mm de comprimento, separadas em masculinas e femininas.

    Forma biológica

    • Árvore
    • Arbusto
     

    Reprodução

    • Sementes
    • Vegetativa
     

    Dispersão

    • Animais
     

    Dieta

       

      Uso econômico

      • Horticultura
      • Medicina
      • Químico
      • Ornamental
       

      Uso econômico - descrição

      A casca da árvore é utilizada para a extração de tanino e suas flores na produção de perfume. Casca e flores também são utilizadas na medicina tradicional, na Colômbia, contra o patógeno causador da malária, Plasmodium falciparum. Também tem uso ornamental. 

      Invasão

      Tipo de introdução Causa de introdução Local de introdução Data Descrição da introdução

      Vetores de dispersão

      • Animal vetor
      • Humano
      • Solo
       

      Vias de dispersão

      • Comércio de mudas
      • Uso ornamental
       

      Ambientes preferenciais de invasão

      • Vegetação costeira
       

      Ambientes preferenciais de invasão - descrição

      Diversos tipos de solo, especialmente arenosos e bem drenados. A espécie é resistente ao fogo e não tolera geadas. Locais com estação seca bem definida e com precipitação média anual entre 500 e 750 mm também são propícios para o estabelecimento da espécie. 

      Outros locais onde a espécie é invasora

      Polinésia Francesa (ilhas Marquesas, Tahiti), Estados Unidos da América (ilha Johnston, Atol Midway, ilha Guam, Califórnia, Havaí), ilhas Fiji, ilha Nauru, Nova Caledônia, Austrália, Israel, Índia e Indonésia. 

      Impactos ecológicos

      Deslocamento de espécies nativas em função da ocupação do hábitat. 

      Impactos econômicos

       

      Impactos sociais

       

      Impactos à saúde

       

      Manejo

      Controle mecânico

      Controle mecânico ineficiente devido à brotação após o corte das plantas (Carmona et al., 2001). 

      Controle químico

      Cortar o tronco ao nível do solo e aplicar no toco solução aquosa de 2-4 D + picloram na concentração de 4%. Herbicidas à base de triclopyr em diluição de 4-5% (em óleo vegetal) tendem a funcionar bem. Este método é eficiente para plantas com altura máxima de 2,5 m. 

      Controle biológico

      Medidas preventivas

      Resultados de análises de risco

      Alto risco para ilhas do Pacífico(http://www.hear.org/Pier/species/acacia_farnesiana.htm). 

      Ocorrências

      Distribuição no país

      • Localizada
       
      Estado Município Referência local Área protegida
      1Mato Grosso do SulPorto MurtinhoFazenda HarmoniaParque Nacional da Serra da Bodoquena
      2GoiásPosse
      3GoiásMonte Alegre de Goiás
      4GoiásCampos Belos
      5GoiásFlores de Goiás
      6GoiásIaciara
      7GoiásSão Domingos

      Projetos

      Título Espécies Contato

      Referências

      Título Autor
      Acacia farnesiana (L.) Willd.PARROTTA, J. A.
      Espécies exóticas invasoras e recuperação de áreas degradadas.ZILLER, S. R.
      Controle de Acacia farnesiana e de Mimosa pteridofita em pastagem.CARMONA, R. et al.
      An overview of invasive plants in BrazilZENNI, R. D. ZILLER, S. R.

      Análise de risco

      Amplitude ecológica

      • Generalista
       

      Capacidade de estabelecimento

      • Muito alta
       

      Velocidade de crescimento e maturação

      • Anual ou perene, desenvolvimento rápido
       

      Reprodução vegetativa

      • Não tem capacidade de reprodução vegetativa
       

      Produção de sementes

      • Desconhecido
       

      Dispersão natural de sementes

      • Por aves e mamíferos (associada ou não a outras formas)
       

      Dispersão associada a atividades humanas (intencional)

      • Dispersada intencionalmente por pessoas
       

      Dispersão associada a atividades humanas (acidental)

      • Cresce em áreas de trânsito de pessoas e tem estruturas que favorecem seu transporte
       

      Capacidade de dominância

      • Indivíduos formam núcleos de alta densidade
       

      Alelopatia

      • Desconhecido
       

      Hibridação

      • Não há espécies do mesmo gênero ou se descarta o risco de hibridação
       

      Toxicidade para a fauna silvestre

      • Nenhuma parte da planta é tóxica
       

      Hospedeira de parasitas ou patógenos

      • Hospeda parasitas ou patógenos
       

      Leva à alteração de ciclos ecológicos

      • Tem características que levam ao aumento da frequência ou da intensidade de incêndios
      • Tem características que tendem a modificar processos ecossistêmicos
       

      Causa mudanças na estrutura do hábitat ou na forma de vida dominante

      • A invasão traz mudanças significativas a etsrutura do hábitat ou a forma de vida dominante
       

      Impacto na economia

      • Impacto econômico alto
       

      Impacto na saúde humana

      • Impacto a saúde baixo ou nulo
       

      Impacto sobre valores culturais e sobre o uso tradicional da terra

      • Impacto a valores tradicionais alto
       

      Tipo de hábitat

      • Terrestre
       

      Características indesejáveis

      • Com espinhos ou acúleos
       

      Capacidade de rebrote

      • Alta capacidade de rebrote a partir de ramos cortados
       

      Tempo de maturação

      • Produz sementes entre idade de 1 e 3 anos
       

      Banco de sementes

      • Viabilidade maior que 20 anos
       

      Resposta ao pastoreio

      • Favorecida pelo pastoreio de gado ou outros herbívoros
       

      Resposta ao fogo

      • Tolerantes ao fogo
       

      Viabilidade de controle

      • O controle é viável, mas não há experiência local ou meios para implementá-lo
       


      
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