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Hyparrhenia rufa

Nome comum

Sinônimos

  • Andropogon altissimus
  • Andropogon bouangensis
  • Andropogon fulvicomus
  • Andropogon hirtus
  • Andropogon rufus
  • Andropogon xanthoblepharis
  • Andropogon yinduensis
  • Cymbopogon rufus
  • Hyparrhenia altissima
  • Hyparrhenia fulvicoma
  • Hyparrhenia parvispiculata
  • Sorghum rufum
  • Trachypogon rufus
 
  • capim-jaraguá
  • capim-provisório
  • capim-vermelho
  • jaragua
  • jaraguagrass
  • thatching grass
 

Taxonomia

Autor

(Nees) Stapf 

Subespécie

 

Autor da subespécie

 

Gênero


Família


Ordem


Classe


Phylum


Reino


Subfamília


Série


Gerais

Área de distribuição natural

África (regiões tropicais, central e sul)

Ambientes naturais

Formações vegetais abertas, com árvores esparsas, como savanas, podendo ser periodicamente inundáveis.

Descrição da espécie

Gramínea perene de colmos eretos e firmes, cespitosa, atingindo normalmente de 1,5 - 1,7 m de altura, podendo alcançar 3 m. Constitui densas e vigorosas touceiras com inúmeros perfílios basais. Colmos cilíndricos com até 8 mm de espessura, com entrenós bastante longos, lisos e glabros, de coloração verde-clara ou amarelada na fase inicial, passando ao avermelhado em plantas mais velhas, e ao amarelo-palha no fim do ciclo, sendo os nós castanhos. Até a maturação, observa-se um contraste de coloração entre a parte dos entrenós coberta pela bainha, verde, e a parte exposta, verde-amarelada. Em plantas velhas os colmos sofrem lignificação, tornando-se bastante resistentes. Raízes consistentes, quase rizomatosas. A partir da base da planta podem se formar novos caules em qualquer época. Folhas com bainhas relativamente frouxas, cobrindo pouco mais da metade de cada entrenó; verde-claras, lisas e glabras, ligeiramente ciliadas na parte apical. Lígulas membranáceas, bem desenvolvidas, de coloração castanha. Lâminas muito longas, podendo ultrapassar 1m de comprimento, estreitas, de margens curtamente serreadas e ápice acuminado, lisas e glabras, verde-claras ou róseas. Após o florescimento as folhas ficam duras e ásperas. Inflorescência em panículas muito grande, chegando a 50 cm de comprimento. Dos nós superiores dos colmos e sob as bainhas elevam-se hastes filiformes que apresentam um pequeno nó, do qual se eleva uma espata (pequena folha modificada) e a raque de um racemo. As raques, também filiformes, têm cerca de 5 cm de comprimento e terminam em ráquilas que sustentam as espiguetas. Apenas nos 2 - 3 cm terminais de cada raque ocorrem os órgãos reprodutivos; em cada ráquila ocorrem 3 - 7 espiguetas.

Forma biológica

  • Herbácea
 

Reprodução

  • Assexuada
  • Sementes
 

Dispersão

  • Vento
  • Animais
 

Dieta

     

    Uso econômico

    • Forragem
     

    Uso econômico - descrição

    Utilizada como forrageira e para melhoramento de pastagens. 

    Invasão

    Tipo de introdução Causa de introdução Local de introdução Data Descrição da introdução
    DesconhecidaEm associação com comércio internacionalBrasilIntroduzido no Brasil em épocas remotas. Sua primeira identificação taxonômica, em 1829 (originalmente Trachypogon rufus Nees), foi feita com base em um espécime coletado por Martius no Piauí, no nordeste do Brasil.

    Vetores de dispersão

    • Animal vetor
    • Humano
    • Lastro seco
    • Lixo
    • Maquinário
    • Vento
    • Solo
     

    Vias de dispersão

    • Agricultura
    • Translocação de maquinário
    • Transporte de material ambiental
    • Auto-propagação
     

    Ambientes preferenciais de invasão

    • Área degradada
    • Área úmida
    • Campos
     

    Ambientes preferenciais de invasão - descrição

    Cerrados, campos e brejos alterados. Bordas de remanescentes degradados de Floresta Ombrófila Densa. 

    Outros locais onde a espécie é invasora

    Ilhas Fiji, Polinésia Francesa, Estados Unidos (Havaí), Austrália. 

    Impactos ecológicos

    A espécie compete eficientemente e sufoca outras espécies herbáceas (Skerman & Riveros, 1990). É adaptada ao fogo, e apresenta rebrota e germinação de sementes após a ocorrência de incêndios em áreas naturais. No Havaí, tem grande sucesso no processo de invasão, uma vez que a maioria das espécies nativas do arquipélago não são resistentes ao fogo. Logo, em um processo de retroalimentação, após a ocorrência de incêndios, H. rufa e outras gramíneas não-nativas aumentam suas áreas de ocorrência, o que representa um aumento no material combustível, que, por sua vez, gera incêndios maiores e mais frequentes (Smith & Tunison, 1992). 

    Impactos econômicos

     

    Impactos sociais

     

    Impactos à saúde

     

    Manejo

    Controle mecânico

    Plantas pequenas podem ser arrancadas manualmente, mas como as sementes persistem no solo, é necessário fazer repasses periódicos para arranquio de indivíduos à medida que houver germinação. 

    Controle químico

    Aspersão foliar de herbicida à base de glifosato, em diluição de 2%. 

    Controle biológico

     

    Medidas preventivas

    Medidas preventivas contra incêndios em áreas propensas a fogo, para conter a expansão da invasão. 

    Resultados de análises de risco

    Risco alto na Austrália (http://www.hear.org/Pier/species/hyparrhenia_rufa.htm). Risco alto, I3N – Instituto Hórus, www.institutohorus.org.br, Brasil, 2008. 

    Ocorrências

    Distribuição no país

    • Amplamente distribuída
     
    Estado Município Referência local Área protegida
    1BahiaFormosa do Rio PretoDivisa com Sr. Tatá - próximo à cancelaEstação Ecológica do Rio Preto
    2Distrito FederalBrasíliaOcorre também em área limítrofe ao parqueParque Nacional de Brasília
    3ParanáLondrinaSítio das Acácias, Gleba Ribeirão Cafezal
    4ParanáLondrinaFazenda Santa Ana
    5ParanáParanaguá
    6ParanáLondrinaRibeirão Cambezinho
    7ParanáGuaratuba.
    8Mato Grosso do SulJardimÁreas de cerrado
    9Mato Grosso do SulBonitoÁreas de cerrado
    10Mato Grosso do SulBodoquenaÁreas de cerrado
    11GoiásPlanaltinaPlanaltina
    12São PauloMogi GuaçuDistrito de Martinho Prado Jr.Reserva Biológica de Mogi-Guaçu
    13São PauloDescalvadoÁreas de cerrado
    14São PauloPorto FerreiraÁreas de cerrado
    15São PauloSão SimãoÁreas de cerrado
    16São PauloSanta Rita do Passa QuatroÁreas de cerrado
    17São PauloPirassunungaÁreas de cerrado
    18São PauloItirapinaÁreas de cerrado
    19São PauloMogi GuaçuÁreas de cerrado
    20Rio de JaneiroSilva Jardim.
    21Minas GeraisUberlândiaCórrego do ÓleoÁrea de Preservação Permanente do Córrego do Óleo
    22Minas GeraisJanuáriaParque Nacional Cavernas do Peruaçu
    23Distrito FederalBrasíliaReserva Ecológica do IBGE
    24Distrito FederalBrasíliaParque Nacional de Brasília

    Projetos

    Título Espécies Contato

    Referências

    Título Autor
    Alien grasses in Brazilian savannas: a threat to the biodiversityPIVELLO, V. R.; SHIDA, C. N.; MEIRELLES, S. T.
    Abundance and distribution of native and alien grasses in a "cerrado" (Brazilian savanna) biological reservePIVELLO, V.R.; CARVALHO, V.M.C.; LOPES, P.F.; PECCININI, A.A.; ROSSO, S.
    Plantas infestantes e nocivas tomo I.KISSMANN, K. G.
    Spread of African pasture grasses to the American tropics - The Africanization of the new world tropical grasslandsPARSONS, J. J.
    Sistemas de manejo de gramíneas do gênero Melinis.GOMIDE, J. A.
    Grupos fenológicos da comunidade de gramíneas de um campo cerrado do Distrito Federal, Brasil.ALMEIDA, S. P. l.
    Informe sobre las especies exóticas en VenezuelaOJASTI, J. ; JIMÉNEZ, E. G. ; OTAHOLA, E. S. ; ROMÁN, L. B. G.
    Estrutura e composição florística do estrato herbáceo-subarbustivo de um pasto abandonado na Reserva Biológica de Poço das Antas, município de Silva Jardim, RJ.VIEIRA, C. M.; PESSOA, S. V. A.
    Dynamics of energy and nutrient concentration and construction cost in a native and two alien C4 grasses from two neotropical savannasBARUCH, Z.; GÓMEZ, J. A.
    Agressividade de algumas gramíneas forrageiras na região de PiracicabaTORRES, A. P.
    African grass invasion in the Americas: ecosystem consequences and the role of ecophysiologyWILLIAMS, D. G.; BARUCH, Z.
    Especies exóticas con el mayor potencial de riesgo para los recursos naturales nativosUNIDAD TÉCNICA DE ESPECIES EXÓTICAS
    Fire, plant invasions, and global changes. In: Mooney, H. A.; Hobbs, R. J. Invasive species in a changing world.D´ANTONIO, C. M.
    Las especies invasoras: un reto para la restauración ecológica.LEÓN, O. A. RÍOS, O. V.
    Reglamento de especies exóticas e invasoras.CONAP - CONSEJO NACIONAL DE ÁREAS PROTEGIDAS
    An overview of invasive plants in BrazilZENNI, R. D. ZILLER, S. R.
    Flora exótica no Parque Nacional de Brasília: levantamento e classificação das espécies.HOROWITZ, C. MARTINS, C. R. WALTER, B. M. T.
    Manejo da flora exótica invasora no Parque Nacional de Brasília: contexto histórico e atual.HOROWITZ, C. OLIVEIRA, A. S. SILVA, V. PACHECO, G. SOBRINHO, R. I.

    Análise de risco

    Amplitude ecológica

    • Especialista: tolera distúrbios
     

    Capacidade de estabelecimento

    • Desconhecido
     

    Velocidade de crescimento e maturação

    • Anual ou perene, desenvolvimento rápido
     

    Reprodução vegetativa

    • Não tem capacidade de reprodução vegetativa
     

    Produção de sementes

    • Desconhecido
     

    Dispersão natural de sementes

    • Por aves e mamíferos (associada ou não a outras formas)
     

    Dispersão associada a atividades humanas (intencional)

    • Dispersada intencionalmente por pessoas
     

    Dispersão associada a atividades humanas (acidental)

    • Cresce em áreas de trânsito de pessoas e tem estruturas que favorecem seu transporte
     

    Capacidade de dominância

    • Desconhecido
     

    Alelopatia

    • Desconhecido
     

    Hibridação

    • Desconhecido
     

    Toxicidade para a fauna silvestre

    • Nenhuma parte da planta é tóxica
     

    Hospedeira de parasitas ou patógenos

    • Desconhecido
     

    Leva à alteração de ciclos ecológicos

    • Aumenta a frequência ou a intensidade de incêndios
     

    Causa mudanças na estrutura do hábitat ou na forma de vida dominante

    • Desconhecido
     

    Impacto na economia

    • Impacto econômico baixo ou nulo
     

    Impacto na saúde humana

    • Impacto a saúde baixo ou nulo
     

    Impacto sobre valores culturais e sobre o uso tradicional da terra

    • Desconhecido
     

    Tipo de hábitat

    • Terrestre
     

    Características indesejáveis

       

      Capacidade de rebrote

      • Capacidade de rebrote moderada
       

      Tempo de maturação

      • Desconhecido
       

      Banco de sementes

      • Não há sementes viáveis ou a viabilidade é menor do que 1 ano
       

      Resposta ao pastoreio

      • Favorecida pelo pastoreio de gado ou outros herbívoros
       

      Resposta ao fogo

      • Favorecidas pelo fogo
       

      Viabilidade de controle

      • O controle é efetivo e há experiência local
       


      
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