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Calotropis gigantea

Nome comum

Sinônimos

  • Asclepias gigantea
  • Periploca cochinchinensis
 
  • algodão-de-seda
  • calotrope
  • crown flower
  • madar
  • mercure végétal
  • milkweed
  • mudar
 

Taxonomia

Autor

(L.) R. Br. 

Subespécie

 

Autor da subespécie

 

Gênero


Família


Ordem


Classe


Phylum


Reino


Subfamília


Série


Gerais

Área de distribuição natural

Sri Lanka, Índia, China e Malásia.

Ambientes naturais

Áreas abertas e vegetação secundária.

Descrição da espécie

Arbusto de 4 m de altura, folhas opostas, sésseis ou pecioladas de 0,2 - 0,7 mm de comprimento limbo de formato elíptico a oblongo, de 10 cm de comprimento e 8 cm de largura. Inflorescência de 1 - 3, fasciculadas. Flores de 14 - 15 mm de comprimento, 3-4 cm de largura, coloração branca a púrpura, raramente verdes claras ou amarelas, inodoras. Sépalas lanceoladas-ovaladas a ovaladas, de 5 - 7 mm de largura. Corola com lóbulos ovalados de 15 a 17 mm de comprimento, 10 - 11 mm de largura, manchada de cor creme na parte interna. Fruto seco, deiscente, de 7 - 10 cm de comprimento.

Forma biológica

  • Arbusto
 

Reprodução

  • Sementes
 

Dispersão

  • Vento
 

Dieta

     

    Uso econômico

    • Horticultura
    • Medicina
     

    Uso econômico - descrição

    Ornamental e medicina alternativa. 

    Invasão

    Tipo de introdução Causa de introdução Local de introdução Data Descrição da introdução

    Vetores de dispersão

    • Humano
     

    Vias de dispersão

    • Uso ornamental
     

    Ambientes preferenciais de invasão

    • Área úmida
    • Vegetação costeira
     

    Ambientes preferenciais de invasão - descrição

    Áreas degradadas, florestas secundárias, restinga aberta. 

    Outros locais onde a espécie é invasora

    Timor, Ilhas Christmas, Austrália, Estados Unidos (Havaí), Ilhas do Pacífico. 

    Impactos ecológicos

    Dominância de ambientes naturais e deslocamento de espécies nativas. 

    Impactos econômicos

    Impactos sociais

    Impactos à saúde

    A espécie produz látex que pode causar irritação em contato com mucosas. 

    Manejo

    Controle mecânico

    Arranquio das plantas. Na Austrália, a viabilidade de sementes enterradas é menor do que 3% após 12 meses. Logo, recomenda-se que as áreas de manejo da espécie sejam monitoradas por pelo menos um ano após o controle. 

    Controle químico

    Aplicação de herbicidas à base de picloram e triclopir (a testar). Corte e aplicação de herbicida no toco ou aplicação direto sobre o caule, na base. 

    Controle biológico

    No Sudão, estudos com o inseto Dacus longistylus demonstraram um controle efetivo do crescimento da espécie em função da destruição dos frutos. Na Índia, obteve-se sucesso com o parasita de raízes Cistanche tubulosa, porém este não age somente nessa espécie. 

    Medidas preventivas

    Banir como planta ornamental. 

    Resultados de análises de risco

    Risco alto, I3N – Instituto Hórus, www.institutohorus.org.br, Brasil, 2008. 

    Ocorrências

    Distribuição no país

    • Moderada
     
    Estado Município Referência local Área protegida
    1CearáFortaleza
    2CearáIguatu
    3CearáLimoeiro do Norte
    4CearáMaranguapeFazenda Boticário

    Projetos

    Título Espécies Contato

    Referências

    Título Autor
    Calotropis giganteaPACIFIC ISLANDS ECOSYSTEMS AT RISK
    Noxious weeds of AustraliaPARSONS, W. T.; CUTHBERTSON, E. G.
    Gain or pain? Biofuels and invasive speciesUNEP; WCMC; IUCN
    An overview of invasive plants in BrazilZENNI, R. D. ZILLER, S. R.

    Análise de risco

    Amplitude ecológica

    • Especialista: tolera distúrbios
     

    Capacidade de estabelecimento

    • Moderada
     

    Velocidade de crescimento e maturação

    • Desconhecido
     

    Reprodução vegetativa

    • Ramos ou rizomas
     

    Produção de sementes

    • Entre 1.000 e 10.000 sementes viáveis por m2
     

    Dispersão natural de sementes

    • Por agentes físicos (água, vento, etc.) mas não por fauna
     

    Dispersão associada a atividades humanas (intencional)

    • Dispersada intencionalmente por pessoas
     

    Dispersão associada a atividades humanas (acidental)

    • Não cresce em áreas de trânsito de pessoas e não tem estruturas que favorecem seu transporte
     

    Capacidade de dominância

    • Desconhecido
     

    Alelopatia

    • Desconhecido
     

    Hibridação

    • Desconhecido
     

    Toxicidade para a fauna silvestre

    • Toda ou parte da planta é tóxica
     

    Hospedeira de parasitas ou patógenos

    • Desconhecido
     

    Leva à alteração de ciclos ecológicos

    • Não tem características que levem ao aumento da frequência ou da intensidade de incêndios
    • Não tem características que levem modificação de processos ecossistêmicos
     

    Causa mudanças na estrutura do hábitat ou na forma de vida dominante

    • A invasão não traz mudanças significativas a estrutura do hábitat ou a forma de vida dominante
     

    Impacto na economia

    • Impacto econômico baixo ou nulo
     

    Impacto na saúde humana

    • Impacto a saúde moderado
     

    Impacto sobre valores culturais e sobre o uso tradicional da terra

    • Impacto a valores tradicionais baixo ou nulo
     

    Tipo de hábitat

    • Terrestre
     

    Características indesejáveis

       

      Capacidade de rebrote

      • Capacidade de rebrote moderada
       

      Tempo de maturação

      • Desconhecido
       

      Banco de sementes

      • Desconhecido
       

      Resposta ao pastoreio

      • Favorecida pelo pastoreio de gado ou outros herbívoros
       

      Resposta ao fogo

      • Desconhecido
       

      Viabilidade de controle

      • O controle é efetivo e há experiência local
       


      
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