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Arundo donax

Nome comum

Sinônimos

  • Aira bengalensis
  • Amphidonax bengalensis
  • Amphidonax bifaria
  • Arundo aegyptiaca
  • Arundo bambusifolia
  • Arundo bengalensis
  • Arundo bifaria
  • Arundo coleotricha
  • Arundo glauca
  • Arundo latifolia
  • Arundo sativa
  • Arundo scriptoria
 
  • cana-brava
  • cana-do-reino
  • giant reed
  • taquara-do-reino
 

Taxonomia

Autor

L. 

Subespécie

 

Autor da subespécie

 

Gênero


Família


Ordem


Classe


Phylum


Reino


Subfamília


Série


Gerais

Área de distribuição natural

Considerada nativa do sub-continente indiano, porém existem registros que indicam que a espécie é nativa também do Oriente Médio e do Mediterrâneo.

Ambientes naturais

Ambientes úmidos de água doce ou moderadamente salina.

Descrição da espécie

Gramínea perene que atinge até 8 m de altura. Ramos crescem de sistema radicular formado por rizomas superficiais. Ramos com gomos e nós tais como os bambus, com 1 - 4 cm de diâmetro. Folhas longas com até 70 cm de comprimento, com bainhas. Alternas, dispostas em um único plano. Inflorescência em panícula plumosa terminal.

Forma biológica

  • Gramínea
 

Reprodução

  • Rizomas
 

Dispersão

  • Água
 

Dieta

     

    Uso econômico

    • Agricultura
    • Combustível
    • Horticultura
     

    Uso econômico - descrição

    Produção de biomassa e celulose. Produção de fibras. Eventualmente e erroneamente usada como planta ornamental, não recomendada em função do potencial de dano ambiental. 

    Invasão

    Tipo de introdução Causa de introdução Local de introdução Data Descrição da introdução

    Vetores de dispersão

    • Humano
     

    Vias de dispersão

    • Agricultura
    • Pessoas trocando recursos naturais
    • Uso ornamental
     

    Ambientes preferenciais de invasão

    • Área úmida
    • Floresta ciliar
     

    Ambientes preferenciais de invasão - descrição

    Invade principalmente zonas ripárias e áreas úmidas, incluindo várzeas e brejos. Ocorre tanto em locais perturbados como não-perturbados. 

    Outros locais onde a espécie é invasora

    Austrália, Bermuda, Chile, Colômbia, Uruguai, Ilhas Cook, República Dominicana, Fiji, Guam, Haiti, Kiribati, México, Micronésia, Estados Federados de Nauru, Nova Caledônia, Nova Zelândia, Ilha Norfolk, Palau, Samoa, África do Sul, Swazilândia, Tonga, Estados Unidos e Venezuela. 

    Impactos ecológicos

    Expulsão de espécies nativas devido à ocupação do espaço em touceiras densas. Uso intensivo de água especialmente em ambientes ripários de climas secos. Alterando as características físicas e químicas do local invadido, afetando também a conservação da água e o controle dos ciclos de inundação e de fogo. 

    Impactos econômicos

    Pode afetar a qualidade da água. 

    Impactos sociais

     

    Impactos à saúde

     

    Manejo

    Controle mecânico

    O controle mecânico só é viável quando existem poucos indivíduos da espécie, pois para ser efetivo as raízes também devem ser removidas. 

    Controle químico

    Uso de herbicida sistêmico para atingir as raízes, pois mesmo minúsculos fragmentos de rizoma podem formar novos focos de invasão. Usar herbicida à base de glifosato, especialmente após o florescimento e antes da frutificação. 

    Controle biológico

     

    Medidas preventivas

     

    Resultados de análises de risco

    Risco alto, I3N – Instituto Hórus, www.institutohorus.org.br, Brasil, 2008.Risco alto (http://www.hear.org/Pier/species/arundo_donax.htm).  

    Ocorrências

    Distribuição no país

    • Moderada
     
    Estado Município Referência local Área protegida
    1Distrito FederalBrasíliaZona de uso intensivo e limitesParque Nacional de Brasília
    2Distrito FederalBrasíliaParque Nacional de Brasília
    3Santa CatarinaFlorianópolisEntorno Parque Natural Sapiens, Canasvieiras, na trilha do rio do Braz
    4Distrito FederalBrasíliaReserva Ecológica do IBGEReserva Ecológica do IBGE
    5Distrito FederalBrasíliaLago Sul
    6Distrito FederalBrasíliaCondomínios em Sobradinho
    7Distrito FederalBrasíliaCórrego do Torto
    8Distrito FederalBrasíliaGuará
    9Distrito FederalBrasíliaMetropolitana
    10Distrito FederalBrasíliaEPTG
    11Distrito FederalBrasíliaEPIA Norte
    12Distrito FederalBrasíliaCeilândia/Taguatinga
    13Distrito FederalBrasíliaSamambaia
    14Distrito FederalBrasíliaÁguas Claras (ponte)
    15Distrito FederalBrasíliaEstrutural
    16Distrito FederalBrasíliaClube Nipo
    17Distrito FederalBrasíliaCAESB - ETE Sul
    18Distrito FederalBrasíliaPonte do Braqueto
    19Distrito FederalBrasíliaPonte do Descoberto
    20Distrito FederalBrasíliaParque Olhos Dágua
    21PernambucoFernando de NoronhaParque Nacional Marinho de Fernando de Noronha

    Projetos

    Título Espécies Contato

    Referências

    Título Autor
    Alien weeds and invasive plants - A complete guide to declared weeds and invaders in South AfricaHENDERSON, L.
    Environmental effects on asexual reproduction in Arundo donaxBOOSE, H.
    Espécies vegetais exóticas invasoras em florestas no Rio Grande do Sul.MONDIN, C. A.
    Levantamento qualitativo das espécies invasoras da Reserva Biológica do IBGE, Brasília (DF), BrasilPEREIRA, B. A. S.; FILGUEIRAS, T. S.
    Biofuels: cultivating energy, not invasive speciesNATIONAL INVASIVE SPECIES COUNCIL
    Alien alert – plants for biofuel may be invasiveHOWARD, G.; ZILLER, S. R.
    Invaded - the biological invasion of South AfricaJOUBERT, L.
    Invasive plant speciesMULLIN, B. et al.
    Characteristics of the exotic flora of CaliforniaRANDALL, J. M.; REJMÁNEK, M.; HUNTER, J. C.
    Especies invasoras de alto impacto a la biodiversidad - prioridades en MexicoCONABIO, ARIDAMÉRICA, GECI, THE NATURE CONSERVANCY
    Screening bioenergy feedstock crops to mitigate invasion riskDAVIS, A. S.; COUSENS, R. D.; HILL, J.; MACK, R. N.; SIMBERLOFF, D.; RAGHU, S.
    Gain or pain? Biofuels and invasive speciesUNEP; WCMC; IUCN
    Fire, plant invasions, and global changes. In: Mooney, H. A.; Hobbs, R. J. Invasive species in a changing world.D´ANTONIO, C. M.
    Terrestrial vascular floras of Brazils Oceanic Archipelagos. In: Ilhas oceânicas brasileiras - da pesquisa ao manejo.ALVES, R. J. V.
    An overview of invasive plants in BrazilZENNI, R. D. ZILLER, S. R.
    An overview of invasive plants in BrazilZENNI, R. D. ZILLER, S. R.
    Distribuição de cana-do-reino (Arundo donax L.) no Distrito Federal, BrasilSIMÕES, K.C.C. HAY, J.D.V. ANDRADE, C.O. CARVALHO JÚNIOR, O.A. GOMES, R.A.T.
    Ocorrência e caracterização da espécie invasora Arundo donax L. (cana-do-reino) no Distrito Federal, Brasil.SIMÕES, K. C. C.
    Native and non-native aquatic plants of South America: comparing and integrating GBIF records with literature data.LOZANO, V. CHAPMAN, D. BRUNDU, G.
    Native and non-native aquatic plants of South America: comparing and integrating GBIF records with literature data.LOZANO, V. CHAPMAN, D. BRUNDU, G.

    Análise de risco

    Amplitude ecológica

    • Generalista
     

    Capacidade de estabelecimento

    • Moderada
     

    Velocidade de crescimento e maturação

    • Anual ou perene, desenvolvimento rápido
     

    Reprodução vegetativa

    • Ramos ou rizomas
     

    Produção de sementes

    • Não produz sementes viáveis
     

    Dispersão natural de sementes

       

      Dispersão associada a atividades humanas (intencional)

      • Dispersada intencionalmente por pessoas
       

      Dispersão associada a atividades humanas (acidental)

      • Não cresce em áreas de trânsito de pessoas e não tem estruturas que favorecem seu transporte
       

      Capacidade de dominância

      • Indivíduos formam núcleos de alta densidade
       

      Alelopatia

      • Não produz compostoso alelopáticos
       

      Hibridação

      • Não há espécies do mesmo gênero ou se descarta o risco de hibridação
       

      Toxicidade para a fauna silvestre

      • Nenhuma parte da planta é tóxica
       

      Hospedeira de parasitas ou patógenos

      • Hospeda parasitas ou patógenos
       

      Leva à alteração de ciclos ecológicos

      • Não tem características que levem ao aumento da frequência ou da intensidade de incêndios
      • Não tem características que levem modificação de processos ecossistêmicos
       

      Causa mudanças na estrutura do hábitat ou na forma de vida dominante

      • A invasão traz mudanças significativas a etsrutura do hábitat ou a forma de vida dominante
       

      Impacto na economia

      • Desconhecido
       

      Impacto na saúde humana

      • Desconhecido
       

      Impacto sobre valores culturais e sobre o uso tradicional da terra

      • Desconhecido
       

      Tipo de hábitat

      • Terrestre
       

      Características indesejáveis

         

        Capacidade de rebrote

        • Alta capacidade de rebrote a partir de ramos cortados
         

        Tempo de maturação

        • Não produz sementes viáveis
         

        Banco de sementes

        • Não há sementes viáveis ou a viabilidade é menor do que 1 ano
         

        Resposta ao pastoreio

        • Desconhecido
         

        Resposta ao fogo

        • Favorecidas pelo fogo
         

        Viabilidade de controle

        • O controle é efetivo e há experiência local
         


        
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