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Pinus maximinoi

Nome comum

Sinônimos

  • Pinus douglasiana var. maximinoi
  • Pinus escandoniana
  • Pinus hoseriana
  • Pinus pseudostrobus var. tenuifolia
  • Pinus tenuifolia
  • Pinus tzompoliana
 
  • pínus
  • pine
  • pinheiro
  • pino candelillo
  • thinleaf pine
 

Taxonomia

Autor

H. E. Moore 

Subespécie

 

Autor da subespécie

 

Gênero


Família


Ordem


Classe


Phylum


Reino


Subfamília


Série


Gerais

Área de distribuição natural

México (sul), Guatemala, Honduras, El Salvador e Nicarágua (noroeste).

Ambientes naturais

Topo de montanhas (600 a 2.800m de altitude), floresta subtropical úmida e bosque subtropical de coníferas.

Descrição da espécie

Árvore de 20-35m de altura e 70-90cm de diâmetro. Tronco único e reto, galhos horizontais com copa que cerca metade da árvore. Casca lisa a áspera, de cor cinza a marrom. Folhas fasciculadas, muito delgadas de 20-35cm de comprimento, 0,6-1mm de largura, de cor verde. Cones castanho-claro a vermelho amarronzado com pedúnculos de 10-15 mm de comprimento, ovoides a ovados longos, assimétricos, oblíquos, amadurecem no inverno. Sementes de cor marrom-escuro, aladas.

Forma biológica

  • Árvore
 

Reprodução

  • Sementes
 

Dispersão

  • Vento
 

Dieta

     

    Uso econômico

    • Agricultura
     

    Uso econômico - descrição

    Usada na produção de madeira para fabricação de móveis, laminação, compensados, celulose, resina e papel. 

    Invasão

    Tipo de introdução Causa de introdução Local de introdução Data Descrição da introdução

    Vetores de dispersão

    • Humano
    • Maquinário
    • Vento
     

    Vias de dispersão

    • Agricultura
    • Comércio de mudas
    • Uso florestal
     

    Ambientes preferenciais de invasão

    • Campos
    • Savana
     

    Ambientes preferenciais de invasão - descrição

    Ambientes abertos. 

    Outros locais onde a espécie é invasora

     

    Impactos ecológicos

    Deslocamento de espécies nativas, ocupação do espaço, sombreamento de plantas heliófilas que causa sua exclusão. 

    Impactos econômicos

     

    Impactos sociais

     

    Impactos à saúde

     

    Manejo

    Controle mecânico

    Corte na base do tronco. Não há rebrote, mas é preciso cortar especialmente as plantas jovens rente ao solo, pois até 1m de altura ou pouco mais conseguem brotar quando o corte é alto. 

    Controle químico

    Não é necessário, pois náo há rebrote. 

    Controle biológico

     

    Medidas preventivas

    Controle periódico ao redor de áreas de plantio para conter a disseminação. 

    Resultados de análises de risco

     

    Ocorrências

    Distribuição no país

    • Localizada
     
    Estado Município Referência local Área protegida
    1ParanáSengésReserva legal e áreas de preservação permanente

    Projetos

    Título Espécies Contato

    Referências

    Título Autor
    Biological invasions in changing ecosystems: vectors, ecological impacts, management and predictions.CANNING-CLODE, J.
    Pines of silvicultural importance.CAB International


    
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