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Casuarina equisetifolia

Nome comum

Sinônimos

     
    • australian beefwood
    • australian pine
    • bois de fer
    • cassowary tree
    • casuarina
    • eisenholz
    • horse tail tree
    • pinheiro-da-austrália
    • whistling pine
     

    Taxonomia

    Autor

    L. 

    Subespécie

     

    Autor da subespécie

     

    Gênero


    Família


    Ordem


    Classe


    Phylum


    Reino


    Subfamília


    Série


    Gerais

    Área de distribuição natural

    Austrália (costas norte e nordeste), Indonésia, Índia, Bangladesh, Ceilão, Malásia e Sri Lanka.

    Ambientes naturais

    Ocorre geralmente em solos arenosos, em altitudes variáveis entre o nível do mar a 2.000m.

    Descrição da espécie

    Árvore com até 23 m de altura e 1 m de diâmetro na base do tronco. Madeira vermelho-escura, muito dura. Casca cinzenta nos ramos novos e castanho-escura nos velhos, com elevado teor de tanino (entre 6 e 18%). Ramículos filiformes, quadrangulares, delicados, verdes, dispostos em verticilos articulados e finamente estriados. Dióica ou monóica, com flores nuas, apenas um estame nas flores masculinas e femininas. Sâmaras elipsóides com até 2 cm de diâmetro, indeiscentes, com apenas 1 semente. Tolera solos salinos e calcários. Heliófila, de crescimento rápido, tolerante a uma grande gama de condições pluviométricas, inclusive a geadas. Relação simbiótica nas raízes com actinomicetos do gênero Frankia.

    Forma biológica

    • Árvore
     

    Reprodução

    • Sementes
     

    Dispersão

    • Vento
     

    Dieta

       

      Uso econômico

      • Combustível
      • Horticultura
      • Sombra ou quebra-vento
       

      Uso econômico - descrição

      Utilização das cinzas da madeira para fabricação de sabão e extrativos da casca para tingimento (Elfers,1988). Ornamentação de jardins, quebra-vento, medicinal, uso da madeira e da polpa e para lenha. Amplamente disseminada para fixação de dunas costeiras. 

      Invasão

      Tipo de introdução Causa de introdução Local de introdução Data Descrição da introdução
      DeliberadaEstabilização de dunas

      Vetores de dispersão

      • Agua
      • Vento
       

      Vias de dispersão

      • Melhoramento de paisagem/fauna
      • Pessoas trocando recursos naturais
      • Uso ornamental
       

      Ambientes preferenciais de invasão

      • Área degradada
      • Costão rochoso
      • Praia
       

      Ambientes preferenciais de invasão - descrição

      Áreas degradadas, restingas e áreas abertas, como campos e dunas. Não tolera ambientes sombreados (Zimmermann et al., 2016). 

      Outros locais onde a espécie é invasora

      Estados Unidos (Havaí e Flórida), Porto Rico, Bahamas e outras ilhas do Caribe, Argentina, Uruguai, França (Ilhas Reunião) e Inglaterra (Ilhas Cayman). 

      Impactos ecológicos

      Altera condições de luz, temperatura e química dos solos, em virtude da camada de serrapilheira formada por folhas e frutos. Estas alterações no ambiente impedem a permanência da vegetação nativa e alteram o hábitat de espécies da fauna. 

      Impactos econômicos

       

      Impactos sociais

       

      Impactos à saúde

      O pólen pode causar problemas respiratórios e reação alérgica expressa por irritações nos olhos (Elfers, 1988). 

      Manejo

      Controle mecânico

      Arranquio de plântulas e árvores jovens. Anelamento de indivíduos adultos, começando-se o anel bem rente ao solo, e finalizando-se a uma altura de 0,5m, em toda a circunferência do tronco. 

      Controle químico

      Corte e aplicação nos tocos de herbicida à base de Triclopir na concentração de 2% em água com corante. Anelamento basal e aspersão com o mesmo produto e concentração na base do anel, para morte em pé. 

      Controle biológico

      Não tem inimigos naturais na sua área de distribuição na América do Norte e apresenta uma taxa de crescimento considerável. A traça do lymantriid (Lymantria xylina) é uma das piores pragas da espécie na China (Elfers, 1988). Houve uma taxa elevada de deterioração da raiz causada pelo fungo Clitocybe tabescens. Esse fato ocorreu em condições de terreno bem drenado, elevado, em solo arenoso onde o carvalho e outras árvores de madeira dura predominavam antes do corte. 

      Medidas preventivas

      Não usar em regiões costeiras, pois é invasora em restingas e dunas, e as sementes são disseminadas pelo vento. 

      Resultados de análises de risco

      Risco alto, I3N – Instituto Hórus, www.institutohorus.org.br, Brasil, 2008. 

      Ocorrências

      Distribuição no país

      • Moderada
       
      Estado Município Referência local Área protegida
      1Santa CatarinaFlorianópolisPraia do MatadeiroParque Natural Municipal da Lagoinha do Leste
      2Santa CatarinaFlorianópolisPróximo ao estacionamento da Praia da JoaquinaParque Natural Municipal das Dunas da Lagoa da Conceição
      3Santa CatarinaFlorianópolisPróximo ao estacionamento da Praia da JoaquinaParque Natural Municipal das Dunas da Lagoa da Conceição
      4Santa CatarinaFlorianópolisFinal da Trilha da RestingaParque Natural Municipal da Lagoa do Peri
      5São PauloSão Paulo
      6Santa CatarinaSão Francisco do SulPraia da Enseada
      7Santa CatarinaFlorianópolisNo caminho do camping para a praia, nas dunasParque Estadual do Rio Vermelho
      8Rio de JaneiroCabo FrioÁrea de Proteção Ambiental do Pau-Brasil
      9Espírito SantoAnchietaÁrea de Proteção Ambiental da Guanabara
      10Espírito SantoAnchietaÁrea de Proteção Ambiental da Guanabara
      11Espírito SantoAracruz
      12Espírito SantoCariacicaReserva Biológica de Duas Bocas
      13Espírito SantoConceição da Barra
      14Espírito SantoConceição da BarraÁrea de Proteção Ambiental Conceição da Barra
      15Espírito SantoGuarapariPraia dos Padres
      16Espírito SantoLinharesReserva Biológica de Comboios
      17Espírito SantoVila VelhaParque Natural Municipal Morro da Mantegueira
      18Espírito SantoVila VelhaMonumento Natural Morro do Penedo
      19Minas GeraisBelo HorizonteParque Municipal das Mangabeiras
      20ParanáColombo.
      21ParanáCuritiba.
      22ParanáCuritibaCampus Jardim Botânico da Universidade Federal do Paraná
      23ParanáFazenda Rio Grande.
      24Santa CatarinaFlorianópolisIlhas Três Irmãs e Irmã do MeioParque Estadual do Tabuleiro
      25Santa CatarinaFlorianópolisParque Municipal das Dunas da Lagoa da Conceição
      26Santa CatarinaGaropabaPraia do Ouvidor
      27Santa CatarinaFlorianópolisIlha dos Cardos, Baía SulParque Estadual da Serra do Tabuleiro
      28Santa CatarinaFlorianópolisParque Estadual do Rio Vermelho
      29Santa CatarinaFlorianópolisParque Estadual do Rio Vermelho
      30Santa CatarinaFlorianópolisCampeche
      31Santa CatarinaFlorianópolisCostão no Morro das Pedras
      32Santa CatarinaGaropaba
      33Santa CatarinaLaguna
      34Santa CatarinaItapemaPraia Itapema, Rio SaÍ mirim, alguns metros antes do rio desembocar no mar, margem esquerda
      35Rio de JaneiroRio de JaneiroParque Natural Municipal de Marapendi
      36Rio de JaneiroArmação dos BúziosRestingas do município
      37Rio de JaneiroSaquaremaRestingas do município
      38Rio de JaneiroCabo FrioRestingas do município
      39Rio de JaneiroRio de JaneiroRestingas do município
      40Rio de JaneiroRio de Janeiro.Parque Natural Municipal de Grumari
      41Rio de JaneiroRio de Janeiro.Parque Natural Municipal Chico Mendes
      42Rio de JaneiroAngra dos ReisIlha GrandeParque Estadual da Ilha Grande
      43Rio de JaneiroRio de Janeiro
      44Rio Grande do SulTorresNo interior da unidade, área costeiraParque Estadual de Itapeva
      45Rio de JaneiroRio de Janeiro
      46Rio de JaneiroCabo Frio
      47Rio de JaneiroArraial do Cabo
      48Rio de JaneiroRio de Janeiro
      49Rio de JaneiroMacaéParque Nacional Restinga de Jurubatiba
      50Rio de JaneiroCasimiro de Abreu
      51Rio Grande do SulTramandaíHorto Florestal do Litoral Norte/SEMA
      52São PauloCananéiaParque Estadual da Ilha do Cardoso
      53Rio Grande do SulViamãoNo interior da unidadeParque Natural Municipal Saint Hilaire
      54Santa CatarinaFlorianópolisPonta da DanielaEstação Ecológica de Carijós
      55Rio Grande do SulTorresParque Estadual de Itapeva
      56ParanáGuaraqueçabaVila de Superagüi
      57PernambucoAbreu e LimaPropriedades particulares e com experimentos do governo
      58PernambucoRecifePropriedades particulares e com experimentos do governo
      59PernambucoRibeirãoPropriedades particulares e com experimentos do governo
      60PernambucoSirinhaémIlha de Santo Aleixo
      61PernambucoSirinhaémPropriedades particulares e com experimentos do governo
      62PiauíFlorianoFazendas e canteiros das cidades
      63PiauíFlorianoFazendas e canteiros das cidades
      64PiauíParnaíbaFazendas e canteiros das cidades
      65PiauíTeresinaFazendas e canteiros das cidades
      66Rio Grande do NorteNatalCampus central da Universidade Federal do Rio Grande do Norte
      67São PauloIlha CompridaFaixa de restinga da beira da praia
      68SergipeAracajuZona urbana

      Projetos

      Título Espécies Contato

      Referências

      Título Autor
      Árvores exóticas no Brasil: madeireiras, ornamentais e aromáticas.LORENZI, H.; SOUZA, H. M.; TORRES, M. A. V.; BACHER, L. B.
      The book of Indian trees.SAHNI, K. C.
      Recuperação ambiental e contaminação biológica: aspectos ecológicos e legais.ESPÍNDOLA, M. B.; BECHARA, F. C.; BAZZO, M. S.; REIS, A.
      Espécies exóticas invasoras e recuperação de áreas degradadas.ZILLER, S. R.
      Alien weeds and invasive plants - A complete guide to declared weeds and invaders in South AfricaHENDERSON, L.
      Commercial forestry and agroforestry as sources of invasive alien trees and shrubs. In: Invasive species and biodiversity managementRICHARDSON, D. M.
      Time-lags between introduction, establishment and rapid spread of introduced environmental weedsBINGGELI, P.
      Invasive plant speciesMULLIN, B. et al.
      Invasion de arboles aloctonos en una cuenca pre-andina de Chile centralBECERRA, P. I.
      Subsídios para a elaboração do Plano de Manejo do Horto Florestal do Litoral NortePROGRAMA RS RURAL
      Projeto Conservação da Mata Atlântica no Rio Grande Do Sul. Plano de Manejo do Parque Estadual de ItapevaSECRETARIA ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE (SEMA). Departamento de Florestas e Áreas Protegidas
      Mata Atlântica: Biodiversidade, Ameaças e Perspectivas.LEAL, C. G. e CÂMARA, I. G.
      An overview of invasive plants in BrazilZENNI, R. D. ZILLER, S. R.
      Experimental assessment of factors mediating the naturalization of a globally invasive tree on sandy coastal plains: a case study from BrazilZIMMERMANN, T. G. ANDRADE, A. C. S. RICHARDSON, D. M.
      Projeto de restauração do Parque Estadual do Rio VermelhoFATMA - Fundação de Meio Ambiente de Santa Catarina
      Interpretação ambiental, aspectos biológicos e educacionais do Parque Estadual da Costa do Sol e da Área de Proteção Ambiental do Pau-Brasil nos limites do município de Cabo Frio – RJSALEME, F.

      Análise de risco

      Amplitude ecológica

      • Especialista: tolera distúrbios
       

      Capacidade de estabelecimento

      • Moderada
       

      Velocidade de crescimento e maturação

      • Desconhecido
       

      Reprodução vegetativa

      • Ramos ou rizomas
       

      Produção de sementes

      • Grande quantidade de sementes viáveis (mais de 10000/m2)
       

      Dispersão natural de sementes

      • Por agentes físicos (água, vento, etc.) mas não por fauna
       

      Dispersão associada a atividades humanas (intencional)

      • Dispersada intencionalmente por pessoas
       

      Dispersão associada a atividades humanas (acidental)

      • Cresce em áreas de trânsito de pessoas e tem estruturas que favorecem seu transporte
       

      Capacidade de dominância

      • Indivíduos formam núcleos de alta densidade
       

      Alelopatia

      • Produz compostos alelopáticos
       

      Hibridação

      • Há risco de hibridação, pois há plantas do mesmo gênero
       

      Toxicidade para a fauna silvestre

      • Toda ou parte da planta é tóxica
       

      Hospedeira de parasitas ou patógenos

      • Hospeda parasitas ou patógenos
       

      Leva à alteração de ciclos ecológicos

      • Aumenta a frequência ou a intensidade de incêndios
      • Tem capacidade para modificar processos ecossistêmicos
       

      Causa mudanças na estrutura do hábitat ou na forma de vida dominante

      • A invasão traz mudanças significativas a etsrutura do hábitat ou a forma de vida dominante
       

      Impacto na economia

      • Impacto econômico moderado
       

      Impacto na saúde humana

      • Impacto a saúde alto
       

      Impacto sobre valores culturais e sobre o uso tradicional da terra

      • Impacto a valores tradicionais moderado
       

      Tipo de hábitat

      • Terrestre
       

      Características indesejáveis

         

        Capacidade de rebrote

        • Alta capacidade de rebrote a partir de ramos cortados
         

        Tempo de maturação

        • Produz sementes com 4 anos ou mais
         

        Banco de sementes

        • Não há sementes viáveis ou a viabilidade é menor do que 1 ano
         

        Resposta ao pastoreio

        • Tolera pastoreio de gado ou outros herbívoros
         

        Resposta ao fogo

        • Tolerantes ao fogo
         

        Viabilidade de controle

        • O controle é viável, mas não há experiência local ou meios para implementá-lo
         


        
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