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Syzygium malaccense

Nome comum

Sinônimos

  • Eugenia macrophylla
  • Eugenia malaccensis
  • Jambos malaccensis
  • Jambosa domestica
  • Jambosa malaccensis
 
  • jambo-rosa
  • jambo-vermelho
  • malay apple
  • mountain apple
 

Taxonomia

Autor

(L.) Merr. & LM Perry 

Subespécie

 

Autor da subespécie

 

Gênero


Família


Ordem


Classe


Phylum


Reino


Subfamília


Série


Gerais

Área de distribuição natural

Índia e Malásia.

Ambientes naturais

Trópicos úmidos e subúmidos, normalmente encontrada do nível do mar até 600 metros.

Descrição da espécie

Árvore perenifólia, de 7-12 m de altura, com tronco ereto de casca rugosa de cor parda-acinzentada. Ramagem disposta de maneira a formar copa típica, piramidal ou cônica, desde a base, se não for podada. Folhas grandes, simples, coriáceas, opostas, verde-escuras, brilhantes, elítico-ovaladas, de 15-30 cm de comprimento. Inflorescências axilares dispostas diretamente nos ramos, destacando-se os estames longos, cor vermelho-púrpura, vistosos e numerosos. Frutos drupas vermelhas, periformes, de 5 cm de comprimento, brilhantes, com polpa suculenta, adocicada, contendo uma única semente.

Forma biológica

  • Árvore
 

Reprodução

  • Sementes
 

Dispersão

  • Auto-dispersão
  • Aves
 

Dieta

     

    Uso econômico

    • Horticultura
    • Uso alimentar
     

    Uso econômico - descrição

    Uso ornamental e plantio para consumo dos frutos. Estudos indicam que a espécie tem princípios antioxidantes que podem ser utilizados na medicina. 

    Invasão

    Tipo de introdução Causa de introdução Local de introdução Data Descrição da introdução
    DeliberadaPara fins alimentaresIntroduzida para cultivo em função dos frutos.

    Vetores de dispersão

    • Animal vetor
    • Humano
     

    Vias de dispersão

    • Pessoas trocando recursos naturais
    • Uso ornamental
     

    Ambientes preferenciais de invasão

    • Agricultura
    • Floresta
    • Formação arbustiva
     

    Ambientes preferenciais de invasão - descrição

    Climas tropicais, não tolera frio. Solos vulcânicos, nos trópicos úmidos e sub-úmidos, com suficiente regime de chuvas. 

    Outros locais onde a espécie é invasora

    Ilhas Fiji, Equador (Ilhas Galápagos), Estados Unidos (Havaí) e Polinésia Francesa. 

    Impactos ecológicos

    Dominância e deslocamento de espécies nativas. 

    Impactos econômicos

     

    Impactos sociais

     

    Impactos à saúde

     

    Manejo

    Controle mecânico

    Arranquio de plantas jovens. 

    Controle químico

    Corte e aplicação de herbicida à base de triclopyr no toco, em diluição de 4-5% em óleo vegetal (testar diluição). Anelamento e aplicação de herbicida na base do anel em caso de necessidade de evitar impactos sobre florestas nativas. 

    Controle biológico

     

    Medidas preventivas

     

    Resultados de análises de risco

    Risco baixo para as ilhas do Pacífico(http://www.hear.org/Pier/wra/pacific/syzygium_malaccense_htmlwra.htm). Risco baixo, I3N – Instituto Hórus, www.institutohorus.org.br, Brasil, 2008. 

    Ocorrências

    Distribuição no país

       
      Estado Município Referência local Área protegida
      1São PauloCampinas
      2Espírito SantoVitóriaParque Municipal da Fonte Grande
      3Espírito SantoSanta TeresaÁrea de Proteção Ambiental de Goiapaba-açu
      4Espírito SantoFundãoÁrea de Proteção Ambiental de Goiapaba-açu
      5BahiaItuberá
      6AmazonasManausBorda externa do parqueParque Municipal do Mindu
      7AmazonasManausEntorno do parqueParque Estadual Sumaúma
      8CearáMaranguapeÁrea de Proteção Ambiental de Maranguape
      9Espírito SantoCariacicaReserva Biológica de Duas Bocas
      10PernambucoTamandaréAdministração, sul da estrada PE-60, sementeiraReserva Biológica de Saltinho

      Projetos

      Título Espécies Contato

      Referências

      Título Autor
      Avaliação do potencial antioxidante e análise do teor de taninostotais de Syzygium malaccense.ZAMBELLI, A. R.; AGUIAR, L. A.; CUNHA, A. C.; VIEIRA, M.G. S.; CAVALCANTI, E. S. B.; MORAIS, S. M.
      Origin of horticulture in Southeast Asia and the dispersal of domesticated plants to the Pacific islands by Polynesian voyagers: the Hawaiian islands case studyBEVACQUA, R. F.
      An overview of invasive plants in BrazilZENNI, R. D. ZILLER, S. R.
      Espécies vegetais nos quintais do entorno do Parque Estadual Sumaúma: invasões biológicas e a conservação da biodiversidadeCRUZ, I. A.
      Invasão biológica vegetal de espécies exóticas no Parque Municipal do Mindu na cidade de Manaus - AM.OLIVEIRA, R. A.

      Análise de risco

      Amplitude ecológica

      • Desconhecido
       

      Capacidade de estabelecimento

      • Baixa ou nula
       

      Velocidade de crescimento e maturação

      • Perene, desenvolvimento lento - estruturas vegetativas
       

      Reprodução vegetativa

      • Não tem capacidade de reprodução vegetativa
       

      Produção de sementes

      • Entre 1 e 1.000 sementes viáveis por m2
       

      Dispersão natural de sementes

      • Por aves e mamíferos (associada ou não a outras formas)
       

      Dispersão associada a atividades humanas (intencional)

      • Não se sabe se é dispersada intencionalmente mas é de interesse humano
       

      Dispersão associada a atividades humanas (acidental)

      • Não cresce em áreas de trânsito de pessoas e não tem estruturas que favorecem seu transporte
       

      Capacidade de dominância

      • Indivíduos isolados ou sem capacidade de formar núcleos densos
       

      Alelopatia

      • Não produz compostoso alelopáticos
       

      Hibridação

      • Não há espécies do mesmo gênero ou se descarta o risco de hibridação
       

      Toxicidade para a fauna silvestre

      • Nenhuma parte da planta é tóxica
       

      Hospedeira de parasitas ou patógenos

      • Não hospeda parasitas ou patógenos
       

      Leva à alteração de ciclos ecológicos

      • Não tem características que levem ao aumento da frequência ou da intensidade de incêndios
      • No foram encontrados dados relacionados a processos ecossistmicos
       

      Causa mudanças na estrutura do hábitat ou na forma de vida dominante

      • A invasão não traz mudanças significativas a estrutura do hábitat ou a forma de vida dominante
       

      Impacto na economia

      • Impacto econômico baixo ou nulo
       

      Impacto na saúde humana

      • Impacto a saúde baixo ou nulo
       

      Impacto sobre valores culturais e sobre o uso tradicional da terra

      • Impacto a valores tradicionais baixo ou nulo
       

      Tipo de hábitat

      • Terrestre
       

      Características indesejáveis

      • Sem espinhos ou acúleos
       

      Capacidade de rebrote

      • Desconhecido
       

      Tempo de maturação

      • Produz sementes com 4 anos ou mais
       

      Banco de sementes

      • Não há sementes viáveis ou a viabilidade é menor do que 1 ano
       

      Resposta ao pastoreio

      • Desconhecido
       

      Resposta ao fogo

      • Prejudicadas pelo fogo
       

      Viabilidade de controle

      • Desconhecido
       


      
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