Menu


Texto Banner 1
Texto Banner 2
Texto Banner 3
Texto Banner 4
Campos de exibição:
Famanho da fonte:
Linguagem:
Classificado por:
Permanent Link

Artocarpus heterophyllus

Nome comum

Sinônimos

  • Artocarpus integer
  • Artocarpus integrifolius
 
  • jaca
  • jackfruit
  • jaqueira
 

Taxonomia

Autor

Lam. 

Subespécie

 

Autor da subespécie

 

Gênero


Família


Ordem


Classe


Phylum


Reino


Subfamília


Série


Gerais

Área de distribuição natural

Índia (montanhas dos Ghats ocidentais) e Península da Malásia.

Ambientes naturais

Florestas de altitude acima de 1100 m.

Descrição da espécie

Árvore monóica, perenifólia, lactescente, com 12-20 m de altura, provida de copa mais ou menos piramidal e densa, com tronco robusto, de 30 - 60 cm de diâmetro, revestido por casca espessa. Flores unissexuadas. Flores masculinas agrupadas em espigas claviformes. Flores femininas em espigas compactas, coloração verde-amarelada, floração em novembro e dezembro, caulifloria. Frutos sincarpos de forma ovalada, amarelos, grandes, disponíveis durante quase todo o ano, porém mais abundantes em abril e maio. Folhas simples, alternas, com 15 a 25 cm de comprimento e 10 a 12 cm de largura, lobada em plantas jovens. Estípulas fundidas, deixando uma cicatriz no ramo ao cair.

Forma biológica

  • Árvore
 

Reprodução

  • Sementes
 

Dispersão

  • Animais
 

Dieta

     

    Uso econômico

    • Agricultura
    • Uso alimentar
    • Sombra ou quebra-vento
     

    Uso econômico - descrição

    Frutos largamente consumidos nas regiões tropicais do país, sendo, em algumas regiões, como o Recôncavo Baiano, alimento comum em comunidades rurais. No Nordeste brasileiro é utilizada como árvore frutífera em sistemas agroflorestais e em jardins. Faltam medidas de prevenção e controle para que a espécie não se torne invasora em ambientes naturais. 

    Invasão

    Tipo de introdução Causa de introdução Local de introdução Data Descrição da introdução
    DeliberadaOutrosRio de Janeiro1860Foi introduzida no Rio de Janeiro por meio de um reflorestamento.

    Vetores de dispersão

    • Animal vetor
    • Humano
     

    Vias de dispersão

    • Melhoramento de paisagem/fauna
    • Outros
    • Pessoas trocando recursos naturais
     

    Ambientes preferenciais de invasão

    • Floresta
     

    Ambientes preferenciais de invasão - descrição

    A espécie adapta-se facilmente a uma grande diversidade de ambientes, principalmente em sub-bosque de florestas. 

    Outros locais onde a espécie é invasora

    Polinésia Francesa. 

    Impactos ecológicos

    Ocupa áreas florestais e substitui vegetação natural, inibindo a germinação de sementes de espécies nativas por alelopatia. Serve de alimento para a fauna, o que impossibilita prevenir processos de invasão. Altera a riqueza, diversidade e solos dos ambientes invadidos. 

    Impactos econômicos

    Custos de remoção para unidades de conservação e poder público. 

    Impactos sociais

     

    Impactos à saúde

     

    Manejo

    Controle mecânico

    Arranquio de plântulas. Em caso de anelamento, deve ser feito da base do tronco, rente ao solo, até 40-50cm de altura. 

    Controle químico

    Corte e aplicação de herbicida à base de triclopyr no toco, em diluição de 2-4%. Em caso de anelamento, aplicar o herbicida na base do anel em toda a volta do tronco. 

    Controle biológico

     

    Medidas preventivas

    Manter a espécie somente em áreas onde os frutos são colhidos e consumidos para fins alimentares humanos. Eliminar as árvores que não estão nessa condição e onde há facilidade de dispersão por fauna para ambientes naturais. 

    Resultados de análises de risco

    Risco baixo nas ilhas do Pacífico (http://www.hear.org/pier/wra/pacific/artocarpus_heterophyllus_htmlwra.htm) 

    Ocorrências

    Distribuição no país

    • Moderada
     
    Estado Município Referência local Área protegida
    1Rio de JaneiroAngra dos Reis.Parque Estadual da Ilha Grande
    2Rio de JaneiroRio de JaneiroBanguParque Natural Municipal da Serra do Mendanha
    3ParaíbaAreiaCampus II da Universidade Federal da Paraíba
    4Distrito FederalBrasíliaZona de Uso Intensivo e Zona de Uso EspecialParque Nacional de Brasília
    5Rio de JaneiroCasimiro de AbreuReserva Biológica União
    6BahiaAndaraíParque Nacional da Chapada Diamantina
    7AmazonasManausEntorno do parqueParque Estadual de Sumaúma
    8AmazonasManausÁrea de borda, próximo à rua e quintaisParque Estadual Sumaúma
    9AmazonasManausTrilhas no interior do parqueParque Municipal do Mindu
    10ParanáParanaguáParque Nacional Saint-Hilaire Lange
    11Rio de JaneiroAngra dos ReisParque Estadual da Ilha Grande
    12Rio de JaneiroMaricáParque Estadual da Serra da Tiririca
    13Rio de JaneiroNiteróiParque Estadual da Serra da Tiririca
    14Rio de JaneiroRio de JaneiroParque Nacional da Tijuca
    15PiauíAltosPequenos sitios
    16PernambucoTamandaré.Reserva Biológica de Saltinho
    17PernambucoRecifeJardim Botânico do Curado
    18PernambucoIgarassuRefúgio Ecológico Charles Darwin
    19São PauloCananéiaParque Estadual da Ilha do Cardoso
    20São PauloCananéiaParque Estadual da Ilha do Cardoso
    21ParaíbaTavares
    22Espírito SantoVila VelhaParque Natural Municipal de Jacarenema
    23Espírito SantoSanta TeresaÁrea de Proteção Ambiental de Goiapaba-açu
    24Espírito SantoFundãoÁrea de Proteção Ambiental de Goiapaba-açu
    25Espírito SantoSerraÁrea de Proteção Ambiental da Lagoa de Jacuném
    26Espírito SantoConceição da BarraÁrea de Proteção Ambiental Conceição da Barra
    27Espírito SantoCariacicaReserva Biológica de Duas Bocas
    28Espírito SantoGuarapariParque Estadual Paulo César Vinha
    29Espírito SantoVitóriaParque Natural Municipal de Tabuazeiro
    30Espírito SantoVitóriaParque Estadual da Fonte Grande
    31Espírito SantoIbitiramaParque Nacional do Caparaó
    32Espírito SantoVila VelhaMonumento Natural Morro do Penedo
    33Espírito SantoVitóriaParques municipais
    34Espírito SantoVila VelhaParques municipais
    35CearáMaranguapeÁrea de Proteção Ambiental de Maranguape
    36BahiaMata de São João
    37BahiaSalvador
    38BahiaItacaréAmbientes florestaisParque Estadual do Conduru
    39BahiaPorto Seguro.Reserva Particular do Patrimônio Natural da Veracel
    40ParanáGuaratubaLagoa do ParadoReserva Particular do Patrimônio Natural Bicudinho-do-Brejo
    41ParanáAntoninaReserva Particular do Patrimônio Natural do Cachoeira
    42Santa CatarinaFlorianópolisIlha de Santa Catarina
    43Rio de JaneiroRio de JaneiroInventários realizados em diversos bairros do município
    44Rio de JaneiroParatiTrindadeParque Nacional da Serra da Bocaina
    45Rio de JaneiroMacaéReserva Biológica União
    46Rio de JaneiroRio das OstrasReserva Biológica União
    47Rio de JaneiroSilva JardimReserva Biológica de Poço das Antas
    48Rio de JaneiroNova IguaçuReserva Biológica do Tinguá
    49Rio de JaneiroMacaéReserva Biológica União
    50Rio Grande do NorteNatalCampus central da Universidade Federal do Rio Grande do Norte

    Projetos

    Título Espécies Contato

    Referências

    Título Autor
    The book of Indian trees.SAHNI, K. C.
    Informe sobre las especies exóticas en VenezuelaOJASTI, J. ; JIMÉNEZ, E. G. ; OTAHOLA, E. S. ; ROMÁN, L. B. G.
    Um alerta para os riscos de bioinvasão de jaqueiras, Artocarpus heterophyllus Lam., na Reserva Biológica Paulo Fraga Rodrigues, antiga Reserva Biológica Duas Bocas, no Espírito Santo, Sudeste do BrasilBONI, R.; NOVELLI, F. Z.; SILVA, A. G.
    Dinâmica de populações da espécie exótica invasora Artocarpus heterophyllus L. (Moraceae) no Parque Nacional da Tijuca - Rio de JaneiroABREU, R. C. R.
    Plantas invasoras em Roraima. In: Roraima - homem, ambiente e ecologia (Barbosa, R. I.; Melo, V. F., org.)BARBOSA, J. B. F.
    An overview of invasive plants in BrazilZENNI, R. D. ZILLER, S. R.
    Invasão biológica na Mata Atlântica como resultado do processo histórico de ocupação no Morro das Andorinhas, Niterói (RJ)BARROS, A. A. M. MACHADO, D. N. S.
    Análise da eficiência do controle químico de Artocarpus heterophyllus e avaliação ecotoxicológica do solo no Parque Estadual da Ilha Grande, RJGASPAR, M. C. P.
    Espécies exóticas na comunidade vegetal do Parque Estadual Sumaúma: potencial de impacto, uso humano e propostas de controleMAGALHÃES, L. C. S
    Espécies vegetais nos quintais do entorno do Parque Estadual Sumaúma: invasões biológicas e a conservação da biodiversidadeCRUZ, I. A.
    Invasão biológica vegetal de espécies exóticas no Parque Municipal do Mindu na cidade de Manaus - AM.OLIVEIRA, R. A.
    Invasão biológica de Artocarpus heterophyllus Lam. (Moraceae) em um fragmento de Mata Atlântica no Nordeste do Brasil: impactos sobre a fitodiversidade e os solos dos sítios invadidos.FABRICANTE, J. R. ARAUJO, K. C. T. ANDRADE, L. A. FERREIRA, J. V. A.
    Invasion impact of Artocarpus heterophyllus Lam. (Moraceae) at the edge of an atlantic forest fragment in the municipality of Rio de Janeiro, BrazilFREITAS, W. K. et al.
    Smile, you are on camera or in live trap! The role of mammals in dispersion of jackfruit and native seeds in Ilha Grande State Park, Brazil.RAÍCES, D. S, L. FERREIRA, P. M. MELLO, J. H. F. BERGALLO, H. G.

    Análise de risco

    Amplitude ecológica

    • Generalista
     

    Capacidade de estabelecimento

    • Muito alta
     

    Velocidade de crescimento e maturação

    • Anual ou perene, desenvolvimento rápido
     

    Reprodução vegetativa

    • Não tem capacidade de reprodução vegetativa
     

    Produção de sementes

    • Desconhecido
     

    Dispersão natural de sementes

    • Por aves e mamíferos (associada ou não a outras formas)
     

    Dispersão associada a atividades humanas (intencional)

    • Dispersada intencionalmente por pessoas
     

    Dispersão associada a atividades humanas (acidental)

    • Não cresce em áreas de trânsito de pessoas e não tem estruturas que favorecem seu transporte
     

    Capacidade de dominância

    • Indivíduos formam núcleos de alta densidade
     

    Alelopatia

    • Produz compostos alelopáticos
     

    Hibridação

    • Não há espécies do mesmo gênero ou se descarta o risco de hibridação
     

    Toxicidade para a fauna silvestre

    • Nenhuma parte da planta é tóxica
     

    Hospedeira de parasitas ou patógenos

    • Não hospeda parasitas ou patógenos
     

    Leva à alteração de ciclos ecológicos

    • Não tem características que levem ao aumento da frequência ou da intensidade de incêndios
    • Não tem características que levem modificação de processos ecossistêmicos
     

    Causa mudanças na estrutura do hábitat ou na forma de vida dominante

    • A invasão não traz mudanças significativas a estrutura do hábitat ou a forma de vida dominante
     

    Impacto na economia

    • Impacto econômico baixo ou nulo
     

    Impacto na saúde humana

    • Impacto a saúde baixo ou nulo
     

    Impacto sobre valores culturais e sobre o uso tradicional da terra

    • Impacto a valores tradicionais alto
     

    Tipo de hábitat

    • Terrestre
     

    Características indesejáveis

       

      Capacidade de rebrote

      • Alta capacidade de rebrote a partir de ramos cortados
       

      Tempo de maturação

      • Produz sementes entre idade de 1 e 3 anos
       

      Banco de sementes

      • Desconhecido
       

      Resposta ao pastoreio

      • Desconhecido
       

      Resposta ao fogo

      • Desconhecido
       

      Viabilidade de controle

      • O controle é efetivo e há experiência local
       


      
      sziller@institutohorus.org.br | Brasil