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Pinus oocarpa

Nome comum

Sinônimos

  • Pinus oocarpoides
  • Pinus tecumumani
 
  • mexican mountain pine
  • pinheiro acote
 

Taxonomia

Autor

Schiede ex Schltdl. 

Subespécie

 

Autor da subespécie

 

Gênero


Família


Ordem


Classe


Phylum


Reino


Subfamília


Série


Gerais

Área de distribuição natural

México (de Sonora a Chiapas), Guatemala, Honduras, El Salvador, Nicarágua (Hurrel, 2006).

Ambientes naturais

Ambientes de 1000 a 2700m de altitude, com precipitação anual entre 700-3000mm (Hurrel,2006).

Descrição da espécie

Árvore de 10-20m de altura, no máximo 40m, com copa cônica, arredondada. Apresenta tronco ereto ou tortuoso, podendo chegar a 80cm de diâmetro, com ausência de galhos no terço inferior. Inicialmente apresenta casca castanho-avermelhada e fina, com o passar dos anos tornando-se castanho-escura, rugosa e profundamente fissurada, com largos sulcos longitudinais. Acículas grandes e ascendentes. Folhas de 3-5 por braquiblasto, persistentes por 2 ou 3 anos, rígidas e ocasionalmente flexíveis, com 17-25cm de comprimento, podendo chegar a 30cm por 0,8-1,4mm de largura, verde-claras, ápice agudo, com bordas finamente cerradas, bandas estomáticas em todas as faces, canais resiníferos médios e interiores. Estróbilos cilíndricos de 1,5-2,0 cm de comprimento, com coloração rosada a castanho-amarelada. Sementes ovóides de 4-8mm de comprimento. Pode formar híbridos com Pinus maximinoi e P. patula (Hurrel, 2006).

Forma biológica

  • Árvore
 

Reprodução

  • Sementes
 

Dispersão

  • Vento
 

Dieta

     

    Uso econômico

    • Agricultura
    • Medicina
    • Sombra ou quebra-vento
     

    Uso econômico - descrição

    Quebra-vento, cultivo para madeira (móveis, molduras), artesanato e como subprodutos cosméticos e medicamentos que combatem a asma. 

    Invasão

    Tipo de introdução Causa de introdução Local de introdução Data Descrição da introdução
    DeliberadaPor interesse florestal

    Vetores de dispersão

    • Humano
    • Vento
     

    Vias de dispersão

    • Comércio de mudas
    • Uso florestal
    • Uso ornamental
     

    Ambientes preferenciais de invasão

    • Área degradada
     

    Ambientes preferenciais de invasão - descrição

    Ambientes abertos e áreas degradadas. 

    Outros locais onde a espécie é invasora

    Bangladesh. 

    Impactos ecológicos

    Expulsa espécies nativas do ambiente invadido por dominância (formação de aglomerados densos). Pode causar impacto sobre recursos hídricos e alterar características químicas dos solos. 

    Impactos econômicos

    Gera custos porque requer controle a partir de plantios e em áreas de interesse público. 

    Impactos sociais

     

    Impactos à saúde

     

    Manejo

    Controle mecânico

    Corte na base do tronco. Arranquio de plantas jovens. O anelamento funciona mas nem sempre é eficiente. Precisa ser um anel largo, com 50cm de altura, e a planta demora até 2 anos para secar. 

    Controle químico

    Não é necessário, pois as árvores não rebrotam quando cortadas. Plantas muito jovens podem brotar e por isso devem ser cortadas rente ao solo. 

    Controle biológico

     

    Medidas preventivas

    Plantar em áreas onde o potencial de dispersão pelo vento se ja minimizado, evitando áreas altas e a proximidade de cursos de água. Implantar controle periódico para remoção de plantas que se dispersem a partir de plantios. Não usar para outros fins como ornamental, quebra-vento, ou arborização de estradas ou ruas. 

    Resultados de análises de risco

     

    Ocorrências

    Distribuição no país

       
      Estado Município Referência local Área protegida
      1Distrito FederalBrasília.Estação Ecológica do Jardim Botânico de Brasília

      Projetos

      Título Espécies Contato

      Referências

      Título Autor
      A new invasive species in South America: Pinus oocarpa Schiede ex Schtdl.BRAGA, E. P. ZENNI, R. D. HAY, J. D.
      Dormant propagule banks of aquatic invertebrates in ponds invaded by exotic pine species in southern BrazilSTENERT, C. EHLERT, B. ÁVILA, A. C. SOUSA, F. D. R. ESQUINATTI, F. M. BATZER,D. P. MALTCHIK, L.


      
      sziller@institutohorus.org.br | Brasil