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Asparagus setaceus

Nome comum

Sinônimos

  • Asparagopsis setacea
  • Asparagus plumosus
 
  • asparagus
  • aspargo-plumoso
  • aspargo-samambaia
  • asparguinho-de-jardim
  • plumosa
 

Taxonomia

Autor

(Kunth) Jessop 

Subespécie

 

Autor da subespécie

 

Gênero


Família


Ordem


Classe


Phylum


Reino


Subfamília


Série


Gerais

Área de distribuição natural

Sudeste da África.

Ambientes naturais

Florestas úmidas.

Descrição da espécie

Arbusto e liana lenhosa com até 5 m de altura. Raízes fibrosas. Cladódios numerosos por axila, em forma de agulha, 4-7 mm de comprimento e 0,5 mm de largura; cladódios e ramos laterais no mesmo plano. Folhas escaladas em forma de espinho mas não enrijecidas. Flores simples ou em pares, terminais no último ramo, semi-pendente, 5-7 mm de diâmetro, branco-esverdeada. Pedicelos com 1-2,5 mm de comprimento, articulados na base ou logo acima. Sépalas e pétalas com 3-4 mm de comprimento e 1-1,5 mm de largura. Estames com 2,5-3,5 mm de comprimento; filetes com 2-3 mm de comprimento e anteras com 0,5 mm, amarelas. Ovário globoso, 2 mm de diâmetro; estilete com 0,5-1 mm de comprimento, trífido. Baga com 4-5 mm de diâmetro, preta. Sementes com 1 ou 2,5 - 3,5 mm de diâmetro. Tolera ambientes úmidos e secos.

Forma biológica

  • Trepadeira
 

Reprodução

  • Sementes
  • Vegetativa
 

Dispersão

  • Animais
 

Dieta

     

    Uso econômico

    • Horticultura
     

    Uso econômico - descrição

    Usualmente a espécie é utilizada como ornamental ou para produção comercial para composição de arranjos de flores. 

    Invasão

    Tipo de introdução Causa de introdução Local de introdução Data Descrição da introdução
    DeliberadaPara fins ornamentais

    Vetores de dispersão

    • Humano
     

    Vias de dispersão

    • Uso ornamental
     

    Ambientes preferenciais de invasão

    • Floresta
     

    Ambientes preferenciais de invasão - descrição

    Invade o sub-bosque de florestas. 

    Outros locais onde a espécie é invasora

    EUA, Havaí, ilhas do Pacífico, Equador (Ilhas Galápagos), Tonga, Porto Rico, Nova Zelândia. 

    Impactos ecológicos

    Domina o sub-bosque de florestas, sufocando a vegetação nativa e impedindo a regeneração natural. 

    Impactos econômicos

     

    Impactos sociais

     

    Impactos à saúde

     

    Manejo

    Controle mecânico

    Arranquio manual. 

    Controle químico

    Aspersão com herbicida sistêmico. 

    Controle biológico

     

    Medidas preventivas

     

    Resultados de análises de risco

    Requer maior análise (faltam dados), I3N – Instituto Hórus, www.institutohorus.org.br, Brasil, 2008. Risco alto (http://www.hear.org/Pier/species/asparagus_setaceus.htm).  

    Ocorrências

    Distribuição no país

    • Localizada
     
    Estado Município Referência local Área protegida
    1Rio Grande do SulCarazinhoMato dos Escoteiros
    2Rio Grande do SulCarazinhoMato do Charrua
    3ParanáCuritiba
    4Santa CatarinaPorto Belo.
    5Rio Grande do SulPorto AlegreFormações florestais em geralRefúgio de Vida Silvestre São Pedro
    6Rio Grande do SulViamãoNo interior da unidadeParque Estadual de Itapuã
    7Rio Grande do SulTramandaíHorto Florestal do Litoral Norte/SEMA
    8Rio Grande do SulPorto AlegreNo sub-bosque de florestas
    9Rio Grande do SulPorto AlegreNo interior de florestasReserva Biológica do Lami José Lutzenberger
    10Rio Grande do SulViamãoNo interior de florestasParque Natural Municipal Saint Hilaire
    11Rio Grande do SulPorto AlegreNo interior de florestasParque Natural Municipal Morro do Osso
    12Rio Grande do SulViamãoUnidade da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária
    13Rio Grande do SulViamãoDistrito de Águas Claras
    14Rio Grande do SulCamaquãDentro e no entorno do Parque Estadual do Camaquã, em área de sobreposição à Reserva Indígena da PacParque Estadual do Camaquã
    15Rio Grande do SulCapão do LeãoHorto Botânico Irmão Teodoro Luis, Universidade Federal de Pelotas
    16Rio Grande do SulPelotasBalneários do Laranjal e do Barro Duro, na costa oeste da Lagoa dos Patos
    17Rio Grande do SulViamãoNa restingaRefúgio de Vida Silvestre Banhado dos Pachecos
    18Rio Grande do SulViamãoEstância GrandeÁrea de Proteção Ambiental do Banhado Grande

    Projetos

    Título Espécies Contato

    Referências

    Título Autor
    Informe sobre las especies exóticas en VenezuelaOJASTI, J. ; JIMÉNEZ, E. G. ; OTAHOLA, E. S. ; ROMÁN, L. B. G.
    Espécies vegetais exóticas invasoras em florestas no Rio Grande do Sul.MONDIN, C. A.
    Subsídios para a elaboração do Plano de Manejo do Horto Florestal do Litoral NortePROGRAMA RS RURAL
    An overview of invasive plants in BrazilZENNI, R. D. ZILLER, S. R.

    Análise de risco

    Amplitude ecológica

    • Dependente de cultivo
     

    Capacidade de estabelecimento

    • Desconhecido
     

    Velocidade de crescimento e maturação

    • Desconhecido
     

    Reprodução vegetativa

    • Ramos ou rizomas
     

    Produção de sementes

    • Desconhecido
     

    Dispersão natural de sementes

    • Por aves e mamíferos (associada ou não a outras formas)
     

    Dispersão associada a atividades humanas (intencional)

    • Dispersada intencionalmente por pessoas
     

    Dispersão associada a atividades humanas (acidental)

    • Não cresce em áreas de trânsito de pessoas e não tem estruturas que favorecem seu transporte
     

    Capacidade de dominância

    • Indivíduos isolados ou sem capacidade de formar núcleos densos
     

    Alelopatia

    • Não produz compostoso alelopáticos
     

    Hibridação

    • Não há espécies do mesmo gênero ou se descarta o risco de hibridação
     

    Toxicidade para a fauna silvestre

    • Nenhuma parte da planta é tóxica
     

    Hospedeira de parasitas ou patógenos

    • Hospeda parasitas ou patógenos
     

    Leva à alteração de ciclos ecológicos

    • Não tem características que levem ao aumento da frequência ou da intensidade de incêndios
    • Não tem características que levem modificação de processos ecossistêmicos
     

    Causa mudanças na estrutura do hábitat ou na forma de vida dominante

    • Desconhecido
     

    Impacto na economia

    • Impacto econômico baixo ou nulo
     

    Impacto na saúde humana

    • Impacto a saúde baixo ou nulo
     

    Impacto sobre valores culturais e sobre o uso tradicional da terra

    • Impacto a valores tradicionais baixo ou nulo
     

    Tipo de hábitat

    • Terrestre
     

    Características indesejáveis

    • Com espinhos ou acúleos
     

    Capacidade de rebrote

    • Desconhecido
     

    Tempo de maturação

    • Desconhecido
     

    Banco de sementes

    • Desconhecido
     

    Resposta ao pastoreio

    • Desconhecido
     

    Resposta ao fogo

    • Favorecidas pelo fogo
     

    Viabilidade de controle

    • O controle é efetivo e há experiência local
     


    
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