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Centella asiatica

Nome comum

Sinônimos

  • Hydrocotyle asiatica
 
  • cairuçu-asiático
  • centela
  • centelha
  • corcel
  • dinheiro-em-penca
  • pata-de-burro
  • pata-de-cavalo
  • pata-de-mula
  • pé-de-cavalo
 

Taxonomia

Autor

(L.) Urb. 

Subespécie

 

Autor da subespécie

 

Gênero


Família


Ordem


Classe


Phylum


Reino


Subfamília


Série


Gerais

Área de distribuição natural

Ásia.

Ambientes naturais

Áreas alagadiças, terras baixas úmidas e pântanos.

Descrição da espécie

Planta herbácea rastejante. Pecíolos com 1 - 30 cm de comprimento. Limbo das folhas cordados ou reniformes, de margens denteadas, com 2 - 5 cm de comprimento, geralmente mais larga do que comprida. Inflorescência com 1 - 7 cm de comprimento; flores secundárias em umbelas de 2 - 4 flores. Flores roxa-rosadas, com 1 mm de largura. Estames curtos. Frutos com 4 -5 mm de comprimento e 3 mm de altura, em número de 7 a 9 por linha.

Forma biológica

  • Herbácea
 

Reprodução

  • Sementes
  • Rizomas
 

Dispersão

  • Água
 

Dieta

     

    Uso econômico

    • Horticultura
    • Medicina
     

    Uso econômico - descrição

    Utilizada como ornamental para cobertura do solo. 

    Invasão

    Tipo de introdução Causa de introdução Local de introdução Data Descrição da introdução
    DeliberadaPara fins ornamentais

    Vetores de dispersão

       

      Vias de dispersão

      • Uso ornamental
       

      Ambientes preferenciais de invasão

      • Floresta
      • Formação arbustiva
       

      Ambientes preferenciais de invasão - descrição

      Prefere ambientes úmidos e solos degradados, sendo tolerante a sombreamento. 

      Outros locais onde a espécie é invasora

      Estados Unidos (do norte ao sudeste), Chile, Argentina e Uruguai. 

      Impactos ecológicos

       

      Impactos econômicos

       

      Impactos sociais

       

      Impactos à saúde

       

      Manejo

      Controle mecânico

      Arranquio somente se for uma invasão inicial com poucas plantas. 

      Controle químico

      Aspersão foliar com herbicida à base de glifosato diluído em água a 2-3%. 

      Controle biológico

       

      Medidas preventivas

       

      Resultados de análises de risco

      Risco alto, I3N – Instituto Hórus, www.institutohorus.org.br, Brasil, 2008. 

      Ocorrências

      Distribuição no país

      • Moderada
       
      Estado Município Referência local Área protegida
      1São PauloSanto AndréAo longo da rodovia SP-122Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba
      2ParanáParanaguáSem informação
      3ParanáMatinhosSem informação
      4ParanáAntoninaSem informação
      5ParanáMorretesSem informação
      6ParanáPalmeiraSem informação
      7ParanáPiraquaraSem informação
      8ParanáParanaguáSem informação
      9ParanáParanaguáSem informação
      10Espírito SantoVitóriaSem informaçãoParque Natural Municipal de Tabuazeiro
      11ParanáAntoninaSem informação
      12Rio de JaneiroParatiTrindadeParque Nacional da Serra da Bocaina
      13Rio de JaneiroRio de JaneiroNa restinga
      14Rio de JaneiroRio de JaneiroSem informaçãoParque Natural Municipal de Marapendi
      15Rio de JaneiroRio de JaneiroParque Natural Municipal Chico MendesParque Natural Municipal Chico Mendes
      16ParanáTibagiNa orla de capões de florestaParque Estadual do Guartelá
      17ParanáCampo LargoSem informação
      18ParanáCuritibaSem informação
      19ParanáCuritibaSem informação
      20ParanáCuritibaSem informação
      21Santa CatarinaPorto UniãoSem informação
      22Santa CatarinaCampo AlegreSem informação
      23Santa CatarinaLagesSem informação
      24Santa CatarinaFlorianópolisSem informação
      25Santa CatarinaFlorianópolisSem informação
      26Santa CatarinaMafraSem informação
      27Santa CatarinaAlfredo WagnerSem informaçãoReserva Particular do Patrimônio Natural Rio das Furnas
      28ParanáGuaraqueçabaReserva Salto Morato - Fundação O BoticárioReserva Particular do Patrimônio Natural Salto Morato
      29Rio Grande do SulPorto AlegreNa área de camposParque Natural Municipal Morro do Osso

      Projetos

      Título Espécies Contato

      Referências

      Título Autor
      Plantas infestantes e nocivas tomo II.KISSMANN, K. G.; GROTH, D.
      Plano de manejo do Parque Estadual do GuarteláINSTITUTO AMBIENTAL DO PARANÁ
      Espécies vegetais exóticas invasoras em florestas no Rio Grande do Sul.MONDIN, C. A.
      An overview of invasive plants in BrazilZENNI, R. D. ZILLER, S. R.
      Plantas exóticas invasoras na Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba.PASTORE, M. RODRIGUES, R. S. SIMÃO-BIANCHINI, R. FILGUEIRAS, T. S.
      Plano de ação para controle de espécies exóticas invasoras no Parque Natural Sapiens Parque e entorno.Ziller, S. R.
      Plantas exóticas invasoras na Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba, Santo André – SP: guia de campoPASTORE ET AL., 2012

      Análise de risco

      Amplitude ecológica

      • Especialista: tolera distúrbios
       

      Capacidade de estabelecimento

      • Moderada
       

      Velocidade de crescimento e maturação

      • Anual ou perene, desenvolvimento rápido
       

      Reprodução vegetativa

      • Ramos ou rizomas
       

      Produção de sementes

      • Entre 1 e 1.000 sementes viáveis por m2
       

      Dispersão natural de sementes

      • Por agentes físicos (água, vento, etc.) mas não por fauna
       

      Dispersão associada a atividades humanas (intencional)

      • Dispersada intencionalmente por pessoas
       

      Dispersão associada a atividades humanas (acidental)

      • Não cresce em áreas de trânsito de pessoas e não tem estruturas que favorecem seu transporte
       

      Capacidade de dominância

      • Indivíduos formam núcleos de alta densidade
       

      Alelopatia

      • Desconhecido
       

      Hibridação

      • Desconhecido
       

      Toxicidade para a fauna silvestre

      • Desconhecido
       

      Hospedeira de parasitas ou patógenos

      • Desconhecido
       

      Leva à alteração de ciclos ecológicos

      • Não tem características que levem ao aumento da frequência ou da intensidade de incêndios
      • Não tem características que levem modificação de processos ecossistêmicos
       

      Causa mudanças na estrutura do hábitat ou na forma de vida dominante

      • A invasão não traz mudanças significativas a estrutura do hábitat ou a forma de vida dominante
       

      Impacto na economia

      • Impacto econômico baixo ou nulo
       

      Impacto na saúde humana

      • Impacto a saúde baixo ou nulo
       

      Impacto sobre valores culturais e sobre o uso tradicional da terra

      • Impacto a valores tradicionais baixo ou nulo
       

      Tipo de hábitat

      • Terrestre
       

      Características indesejáveis

         

        Capacidade de rebrote

        • Capacidade de rebrote moderada
         

        Tempo de maturação

        • Desconhecido
         

        Banco de sementes

        • Desconhecido
         

        Resposta ao pastoreio

        • Prejudicadas por pastoreio de gado ou outros herbívoros
         

        Resposta ao fogo

        • Desconhecido
         

        Viabilidade de controle

        • Desconhecido
         


        
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