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Bambusa vulgaris

Nome comum

Sinônimos

     
    • bambu
    • common bamboo
    • tiger bamboo
     

    Taxonomia

    Autor

    Schrad. ex J.C. Wendl. 

    Subespécie

     

    Autor da subespécie

     

    Gênero


    Família


    Ordem


    Classe


    Phylum


    Reino


    Subfamília


    Série


    Gerais

    Área de distribuição natural

    Não há dados precisos, provavelmente sul da China ou Madagascar (Ohrnberger 1999).

    Ambientes naturais

    Florestas, zonas ripárias.

    Descrição da espécie

    Única espécie de bambu com colmos amarelos e listrados de verde, brilhantes. Colmos com 6-15 m de altura e 5-10 cm de diâmetro. Nós com anéis estreitos, ligeiramente salientes. Entrenós com 25-45 cm de comprimento, de paredes finas. Bainha dos colmos com 15-25 e 17,5-22,5 cm, recoberta com pilosidade marrom. Lâminas com forma triangular, acuminada, com 5-15 x 10 cm de largura, geralmente listradas como os colmos quando jovens, com uma franja de cerdas. Lígula de 0,5-0,8 cm de largura, denteada. Folhas lanceoladas lineares, acuminadas, de cor verde claro, com 15-25 x 1,8-4,3 cm, pecíolos com 6,5 cm. Estéril - de acordo com alguns autores a espécie não é observada com sementes desde a sua descrição em 1810.

    Forma biológica

    • Arbusto
     

    Reprodução

    • Rizomas
     

    Dispersão

    • Vento
     

    Dieta

       

      Uso econômico

      • Artesanato
      • Horticultura
      • Material de construção
      • Medicina
      • Uso alimentar
      • Sombra ou quebra-vento
       

      Uso econômico - descrição

      Ornamental, construção civil, quebra-vento, fins alimentícios, medicinais, artesanato, controle de erosão e celulose. 

      Invasão

      Tipo de introdução Causa de introdução Local de introdução Data Descrição da introdução

      Vetores de dispersão

      • Humano
       

      Vias de dispersão

      • Comércio de mudas
      • Pessoas trocando recursos naturais
      • Uso ornamental
       

      Ambientes preferenciais de invasão

      • Área úmida
       

      Ambientes preferenciais de invasão - descrição

      Terras baixas e ambientes úmidos. Tolera uma elevada variedade de condições climáticas e tipos de solos. Comumente se torna invasora, formando blocos monoespecíficos ao longo de rios, rodovias e áreas abertas. Altitudes de zero até 4800 metros. Resistente a baixas temperaturas. 

      Outros locais onde a espécie é invasora

      Caribe, Estados Unidos (Havaí), Ilhas Cook, Fiji, Niue, Palau, Tonga, Nova Zelândia, França (La Réunion) e Ilhas do Pacífico. 

      Impactos ecológicos

      Formam touceiras extensas, aumentando o sombreamento e comprometendo a regeneração de espécies nativas e o processo de sucesso em formações florestais. 

      Impactos econômicos

       

      Impactos sociais

       

      Impactos à saúde

       

      Manejo

      Controle mecânico

       

      Controle químico

      Corte dos ramos bem próximo ao solo, com foice, facão ou motosserra. Aplicação de herbicida à base de glifosato na concentração de 3% nas rebrotas dos tocos, quando as mesmas tiverem de 10 a 15 cm de altura. 

      Controle biológico

       

      Medidas preventivas

       

      Resultados de análises de risco

      Risco alto, I3N – Instituto Hórus, www.institutohorus.org.br, Brasil, 2008. Risco baixo nas ilhas do Pacífico(www.hear.org/pier/wra/pacific/bambusa_vulgaris_htmlwra.htm). 

      Ocorrências

      Distribuição no país

      • Amplamente distribuída
       
      Estado Município Referência local Área protegida
      1São PauloIporangaParque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR)
      2Santa CatarinaFlorianópolisTrilha dos CamboatásParque Municipal do Morro da Cruz
      3Santa CatarinaFlorianópolisTrilha da Pedra dos GaviõesParque Municipal do Morro da Cruz
      4Santa CatarinaFlorianópolisEntre a entrada do Parque a quadra esportivaParque Municipal do Morro da Cruz
      5Santa CatarinaFlorianópolisPróximo à margem da Lagoa do PeriParque Natural Municipal da Lagoa do Peri
      6Santa CatarinaFlorianópolisTrilha do SaquinhoParque Natural Municipal da Lagoa do Peri
      7Santa CatarinaFlorianópolisZona de amortecimento do Parque Natural Municipal da Lagoa do Peri.Continuação da Trilha do SaquinhoParque Natural Municipal da Lagoa do Peri
      8Santa CatarinaFlorianópolisTrilha do SaquinhoParque Natural Municipal da Lagoa do Peri
      9Santa CatarinaFlorianópolisInício da Trilha do SaquinhoParque Natural Municipal da Lagoa do Peri
      10Santa CatarinaFlorianópolisTrilha da RestingaParque Natural Municipal da Lagoa do Peri
      11Santa CatarinaFlorianópolisZona de amortecimentoMonumento Natural Municipal da Galheta
      12Santa CatarinaFlorianópolisPrainha da Barra da LagoaMonumento Natural Municipal da Galheta
      13Distrito FederalBrasília.Parque Nacional de Brasília
      14Santa CatarinaFlorianópolisNa face leste, de frente para o cais da Polícia Militar Ambiental, na base do Morro dos MacacosParque Estadual do Rio Vermelho
      15Santa CatarinaFlorianópolisEntorno do Parque Natural Sapiens, na margem da rodovia SC‐401
      16AmazonasManausTrilhas e borda externa do parqueParque Municipal do Mindu
      17Rio de JaneiroCasimiro de AbreuReserva Biológica de Poço das Antas
      18ParanáGuaraqueçabaParque Nacional do Superagui
      19Espírito SantoSanta TeresaÁrea de Proteção Ambiental de Goiapaba-açu
      20Espírito SantoFundãoÁrea de Proteção Ambiental de Goiapaba-açu
      21PernambucoAbreu e LimaPropriedades particulares
      22PernambucoItapissumaPropriedades particulares
      23PernambucoRibeirãoPropriedades particulares
      24PernambucoSaloáPropriedades particulares
      25PernambucoSirinhaémPropriedades particulares
      26PiauíTeresinaÁreas de savana e savana estépica próximas a fontes de água
      27PiauíTeresinaÁreas de savana e savana estépica próximas a fontes de água

      Projetos

      Título Espécies Contato

      Referências

      Título Autor
      The book of Indian trees.SAHNI, K. C.
      The bamboos of the world. Annotated nomenclature and literature of the species and the higher and lower taxa.OHRNBERGER, D.
      An overview of invasive plants in BrazilZENNI, R. D. ZILLER, S. R.
      Invasão biológica na Mata Atlântica como resultado do processo histórico de ocupação no Morro das Andorinhas, Niterói (RJ)BARROS, A. A. M. MACHADO, D. N. S.
      Invasão biológica vegetal de espécies exóticas no Parque Municipal do Mindu na cidade de Manaus - AM.OLIVEIRA, R. A.
      Plano de ação para controle de espécies exóticas invasoras no Parque Natural Sapiens Parque e entorno.Ziller, S. R.
      A vegetação do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR), São Paulo, BrasilIVANAUSKAS, N.M., MIASHIKE, R.L., GODOY, J.R.L, SOUZA, F.M., KANASHIRO, M.M., MATTOS, I.F.A., TONIATO, M.T.Z. & FRANCO,
      Projeto de restauração do Parque Estadual do Rio VermelhoFATMA - Fundação de Meio Ambiente de Santa Catarina

      Análise de risco

      Amplitude ecológica

      • Especialista: tolera distúrbios
       

      Capacidade de estabelecimento

      • Desconhecido
       

      Velocidade de crescimento e maturação

      • Desconhecido
       

      Reprodução vegetativa

      • Ramos ou rizomas
       

      Produção de sementes

      • Não produz sementes viáveis
       

      Dispersão natural de sementes

         

        Dispersão associada a atividades humanas (intencional)

        • Dispersada intencionalmente por pessoas
         

        Dispersão associada a atividades humanas (acidental)

        • Cresce em áreas de trânsito de pessoas e tem estruturas que favorecem seu transporte
         

        Capacidade de dominância

        • Indivíduos formam núcleos de alta densidade
         

        Alelopatia

        • Desconhecido
         

        Hibridação

        • Não há espécies do mesmo gênero ou se descarta o risco de hibridação
         

        Toxicidade para a fauna silvestre

        • Toda ou parte da planta é tóxica
         

        Hospedeira de parasitas ou patógenos

        • Desconhecido
         

        Leva à alteração de ciclos ecológicos

        • Não tem características que levem ao aumento da frequência ou da intensidade de incêndios
         

        Causa mudanças na estrutura do hábitat ou na forma de vida dominante

        • Desconhecido
         

        Impacto na economia

        • Desconhecido
         

        Impacto na saúde humana

        • Desconhecido
         

        Impacto sobre valores culturais e sobre o uso tradicional da terra

        • Desconhecido
         

        Tipo de hábitat

        • Terrestre
         

        Características indesejáveis

           

          Capacidade de rebrote

          • Alta capacidade de rebrote a partir de ramos cortados
           

          Tempo de maturação

          • Não produz sementes viáveis
           

          Banco de sementes

          • Não há sementes viáveis ou a viabilidade é menor do que 1 ano
           

          Resposta ao pastoreio

          • Desconhecido
           

          Resposta ao fogo

          • Desconhecido
           

          Viabilidade de controle

          • O controle é extremamente difícil
           


          
          sziller@institutohorus.org.br | Brasil